A estrela de Hollywood tem seis filhos de seu relacionamento com Brad Pitt: Maddox, de 22 anos, Pax, de 20 anos, Zahara, de 19 anos, Shiloh, de 18 anos, e os gêmeos Vivienne e Knox, de 16 anos. Os três mais velhos são adotados, enquanto os mais novos são biológicos. O casal se separou em 2016 e, desde então, Angelina não se casou novamente; seus filhos vêm em primeiro lugar, sua carreira em segundo e todo o resto em terceiro.

A atriz falou sobre as lições que a maternidade lhe ensinou. “São muitas para contar ou nomear apenas uma. Mas no momento em que você se torna pai, você nunca mais será o primeiro. Sua vida é destinada a outra coisa, e esse é um sentimento lindo”, Jolie compartilhou.
A atriz vencedora do Oscar envolve seus filhos em seus projetos criativos para ampliar seus horizontes e ajudá-los a descobrir seus futuros. Vivienne foi sua principal assistente na produção da peça “The Outsiders”, onde Angie atuou como produtora. Ela considera o prestigioso prêmio Tony, ganho pela produção, um reconhecimento merecido para ambos.
Maddox e Pax participaram das filmagens de “Maria”, um filme sobre a cantora de ópera Maria Callas, onde alternadamente desempenharam o papel da assistente pessoal de sua mãe estrela. Angelina discutiu seu trabalho no filme autobiográfico, explicando que o diretor Pablo Larraín esperava que ela se preparasse diligentemente para o papel da icônica diva da ópera. Por sete meses, ela teve aulas de italiano, praticou canto e estudou a história da ópera.

“Foi muito mais do que apenas entender Maria Callas e ser capaz de retratá-la. A música era sua vida, seu relacionamento com sua voz e corpo, sua habilidade de cantar, sua presença no palco e sua comunicação com o público. Foi a chave para entendê-la”, disse Jolie ao CR Fashion Book.
De acordo com a atriz, ela ficava sentada por horas no escuro, ouvindo composições interpretadas pela renomada cantora. Isso permitiu que ela não apenas entendesse e internalizasse Callas, mas também reconhecesse sua vulnerabilidade. Cantar, que Angelina nunca havia buscado profissionalmente, se tornou uma espécie de terapia para ela. “Eu não percebi que precisava disso. Eu não tinha ideia do quanto eu estava segurando dentro de mim e não deixando sair. A tarefa não era técnica; era uma experiência emocional — encontrar minha voz, estar em meu corpo, me expressar. Você tem que dar cada parte de si mesmo. Quando cantores de ópera expressam dor, não é só um pouco; é a profundidade mais profunda. É tudo o que você tem”, disse a ex-esposa de Brad Pitt.

Falando sobre seus mantras, a estrela afirmou que não tem um lema específico, mas, acima de tudo, preza pela liberdade para si e para os outros. Ao mesmo tempo, a artista ainda se sente uma punk e uma rebelde, pois prefere questionar em vez de seguir cegamente. “Para mim, é importante resistir ao que me dizem sobre como pensar, como me vestir e como sentir”, acrescentou Angelina Jolie.