Um verdadeiro segredo da longevidade foi descoberto por um cientista. Uma verdade fascinante sobre a maioria dos centenários é compartilhada

Enquanto especialistas de várias áreas tentam descobrir o segredo dos centenários que viveram mais de cem anos, o pesquisador australiano Sol Newman acredita ter encontrado a resposta.

Newman notou que a maioria dos centenários recordistas tende a residir em áreas pobres, onde o acesso a alimentos saudáveis, um alto padrão de vida e cuidados médicos de qualidade certamente é escasso.

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A resposta, de acordo com Newman, acabou sendo mais simples do que o esperado. Um grande número desses centenários não tinha documentos oficiais confirmando suas datas de nascimento. As estimativas de sua idade eram frequentemente baseadas em depoimentos de testemunhas de sua comunidade, que não conseguiam lembrar com precisão quando ou por que as pessoas começaram a acreditar que seu parente ou vizinho idoso tinha vivido por 110 anos ou mais.

Newman destacou que muitos desses supostos longevos são encontrados em regiões onde as pessoas raramente atingem a expectativa de vida média, como a Tailândia, o Malawi na África ou o Saara Ocidental, uma região sem governo reconhecido e sem sistema formal de registros de cidadãos.

Além disso, até mesmo centenários de países ricos e desenvolvidos muitas vezes não têm certidões de nascimento.

“Nos Estados Unidos, há mais de 500 desses indivíduos. Apenas sete deles têm certidões de nascimento”, afirmou Newman.

Sua conclusão lógica é que muitas pessoas são rotuladas como centenárias devido a erros em seus registros pessoais ou à completa ausência de documentos que comprovem sua data de nascimento.

Curiosamente, apesar da plausibilidade de sua descoberta, Sol Justin Newman recebeu o Prêmio Ig Nobel, uma alternativa divertida ao prestigioso Prêmio Nobel, durante a cerimônia realizada no MIT em setembro.

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