Um caso de grande impacto está a desenrolar-se nos EUA contra o rapper e produtor P. Diddy (nome verdadeiro: Sean Combs), que enfrenta graves acusações relacionadas com alegados crimes em festas de celebridades. O escândalo continua a crescer e, desta vez, o foco não está apenas nas acusações, mas também na reação da família. No primeiro dia do julgamento por crimes sexuais e extorsão, realizado a 12 de maio, três das filhas do artista terão ficado tão abaladas com o que ouviram no tribunal que abandonaram a sala.

A audiência decorreu num tribunal federal de Manhattan, onde um homem chamado Daniel Phillip — um ex-acompanhante — testemunhou, partilhando detalhes explícitos de encontros sexuais envolvendo P. Diddy e a sua então namorada, Cassie Ventura. De acordo com o testemunho de Phillip, Diddy observou o casal a ter relações sexuais, masturbou-se no canto do quarto, deu instruções e até coagiu Phillip a atos degradantes.
Estas revelações foram muito perturbadoras para as filhas do rapper. Os filhos de P. Diddy — os gémeos D’Lila e Jessie, de 18 anos, juntamente com Chance, que está no liceu — terão saído do tribunal duas vezes, cada vez durante as partes mais gráficas do depoimento.

Ironicamente, quando um vídeo de um hotel de 2016 foi exibido em tribunal — alegadamente a captar P. Diddy a agredir fisicamente Cassie — ninguém saiu dos seus lugares. As meninas, juntamente com a mãe de Diddy, Janice Combs, assistiram às filmagens em silêncio. Os seus irmãos também estiveram presentes e permaneceram no tribunal sem fazer qualquer comentário.
Através da sua reação silenciosa e do visível sofrimento emocional, as filhas de Diddy deixaram claro que o que ouviram foi profundamente doloroso — até mesmo para elas. Tudo isto acontece no meio de anos de acusações contra o rapper, envolvendo abuso e tormento psicológico.