Mulher filmada a recusar trocar de lugar com criança a chorar revela planos para processar o passageiro que a filmou

A mulher filmada a recusar-se a trocar de lugar com uma criança que chorava num avião partilhou agora o seu lado da história, incluindo os seus planos de processar o passageiro “rude” que a gravou.

Jeniffer Castro, uma brasileira de 29 anos, não é a primeira a recusar ceder o seu lugar a uma criança, e provavelmente não será a última. Castro revelou que pretende avançar com uma ação judicial contra a mãe da criança depois de a mulher ter filmado o incidente e o ter partilhado online, tornando-se viral.

O incidente ocorreu a 4 de dezembro de 2024, quando Castro embarcou num voo doméstico da GOL Linhas Aéreas e encontrou uma criança pequena no seu lugar. A mãe da criança explicou que queriam sentar-se perto da janela, mas Castro salientou que tinha reservado especificamente o lugar da janela e que ela lhes tinha sido atribuída, pedindo-lhes que se mudassem. Em vez disso, a mãe começou a filmar e, nas filmagens, ouve-se Castro a dizer: “Estou a gravar a tua cara, isto é nojento. Estamos no século XXI e as pessoas não têm empatia pelas crianças”.

Numa recente aparição no Podcast Cola Mais, partilhada a 22 de janeiro, Castro abordou a situação e insinuou que iria tomar medidas contra a mãe ou a companhia aérea. Ela declarou: “[Tradução] Estão a ser tomadas medidas agora. O que passei não foi fácil. Os comissários de bordo podiam ter-me perguntado se eu precisava de alguma coisa, ou se estava incomodada com o passageiro, mas não o fizeram. Ficaram de fora”.

Embora Castro não tenha entrado em detalhes sobre as medidas específicas que planeia tomar, expressou frustração com a forma como a situação foi conduzida pelos assistentes de bordo. Lembrou-se de ter dito à mãe e à criança que o assento era dela e esperado que se mexessem. Um passageiro do outro lado do corredor sugeriu a troca de lugares, ao que Castro concordou, mas a situação agravou-se quando a mãe continuou a ser rude. A criança chorou durante a maior parte do voo de 50 minutos, e o vídeo da mãe tornou-se viral, gerando reações mistas na internet.

Muitos utilizadores das redes sociais apoiaram Castro, com um deles a comentar: “Ela tem todo o direito de não se mudar! Estou farto de pais que se acham importantes”. Outros criticaram as filmagens, com um deles a escrever: “Eu processaria qualquer pessoa que me filmasse contra a minha vontade. Só estou a dizer”. Alguns também defenderam o direito de Castro ao seu lugar, com uma pessoa a observar: “Ela pagou por isso, o lugar é dela. O mau planeamento dos pais da criança não constitui uma emergência para a senhora”.

A UNILAD entrou em contacto com a GOL Linhas Aéreas para comentar o assunto.

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