Dynasty: Quando ser diva se torna profissão! Joan Collins aos 50+: Como Joan Collins quebrou todos os estereótipos sobre a idade e as mulheres

Se alguma vez sentir que a vida acaba depois dos 40, lembre-se de Joan Collins.
Aos 48, estava apenas a começar a sua jornada rumo à fama mundial. Aos 69, encontrou o amor verdadeiro. E aos 85, protagonizou American Horror Story !

Infância: Quando os sonhos nasceram num abrigo antibombas.

Quem diria que uma menina da Londres devastada pela guerra, a assistir a O Feiticeiro de Oz em plena Segunda Guerra Mundial, se tornaria numa das estrelas mais brilhantes de Hollywood? Mas Joan sempre teve o dom de encontrar glamour mesmo nas circunstâncias mais sombrias. Enquanto outras crianças se escondiam das bombas alemãs, ela sonhava com holofotes e passadeiras vermelhas.

Curiosidade: O primeiro papel de Joan em palco foi… o de um mensageiro! E mesmo na adolescência, ela considerou seriamente a possibilidade de fazer a transição para o género masculino.

Primeiro casamento: quando um conto de fadas se transforma num pesadelo.

Agora, a parte dramática: Joan, uma jovem de 18 anos, ingénua e bela, cruza-se com o predador de Hollywood, Maxwell Reed. Uma história horripilante que envolve um ator experiente, comprimidos para dormir e um hotel de má reputação.

O que é ainda mais chocante? A reação da mãe de Joana. Em vez de processar ou denunciar o abuso, ela… organizou um casamento! Porque o que pode ser melhor para a reputação de uma jovem atriz do que um casamento relâmpago com o seu abusador?

Reed acabou por se revelar um “verdadeiro cavalheiro” — espancou-a e até tentou vendê-la a um magnata árabe. Puro romance! Mas a nossa heroína não seria a Joana se não tentasse, pelo menos, aprender com esta confusão.

Era de Hollywood: Colecionar Corações e Desilusão

Ao mudar-se para Los Angeles, Joan decidiu que estava na hora de brilhar. E brilhou mesmo — mas não da forma que esperava. Descobriu que tinha um talento incomparável para se apaixonar pelos piores homens de Hollywood.

O filho de Charlie Chaplin? Claro! Marlon Brando? Por que não? Warren Beatty? Naturalmente! Joan colecionava galãs como quem coleciona selos — só que os selos não traem nem deixam no altar.

O término com Beatty foi particularmente doloroso para ela. Ela decidiu — digamos assim — não ter filhos com este homem “maravilhoso”. Uma decisão da qual se arrependeu profundamente mais tarde.

Curiosamente, Richard Burton foi o único que não conseguiu seduzi-la. Talvez ela tenha finalmente aprendido a lição? Ou simplesmente cansou-se dos playboys de Hollywood.

Maratona do Casamento: Em Busca do Homem Ideal

O seu segundo casamento com o cantor e compositor Anthony Newley parecia promissor. Dois filhos, uns anos felizes… até que encontrou uma nova musa: Barbra Streisand.

O seu terceiro casamento com Ron Kass poderia ter sido um final de conto de fadas — não fosse um pequeno pormenor. Era viciado em drogas e um jogador compulsivo.

E o quarto? Ah, isso dava uma música inteira. Peter Holm, um cantor de rock sueco 14 anos mais novo do que ela. Bonito, charmoso e atencioso com uma mulher madura. Quem diria que ele estava de olho no dinheiro dela?

Particularmente “encantador” foi o modo como Peter tratou a filha de 8 anos de Joan, que estava a recuperar de um acidente de viação. Bater numa criança doente exige um tipo especial de crueldade.

Dynasty: Quando ser diva se torna uma profissão

E depois veio o papel que mudou tudo. Alexis Carrington em Dynasty — um papel feito à medida para Joan. Quem melhor para interpretar uma diva inteligente, implacável e irresistivelmente encantadora?

Qual o segredo do sucesso de Alexis? Os telespectadores viam uma mulher poderosa. Não uma boneca, não uma personagem secundária, mas uma força que lutava por aquilo que queria. Nos anos 80, isto era revolucionário.

Curiosamente, os produtores queriam inicialmente punir Joan por ter posado para a Playboy aos 50 anos. Uma mulher seminua nesta idade? Escandaloso! Mas o público pensou de forma diferente e exigiu o seu regresso. Moral da história? Por vezes, é mais inteligente ouvir os fãs do que os seus próprios preconceitos.

O único ponto negativo de interpretar Alexis: Joan começou a esquecer-se onde terminava a personagem e onde começava. Quando uma atriz diz que está aliviada com o fim da série, isso diz muito.

Será que a quinta vez é a de vez?

Finalmente, aos 68 anos, Joan conheceu Percy Gibson, um homem 31 anos mais novo do que ela. O mundo inteiro esperava que o romance fracassasse. Já passaram 21 anos.

Talvez o segredo seja que Percy a ama mesmo? Ou talvez Joan tenha finalmente aprendido a distinguir os sentimentos verdadeiros dos falsos? Ou quem sabe se a maturidade e a sabedoria triunfaram finalmente sobre a ingenuidade e as ilusões românticas.

Os jeans são o mal, a elegância é tudo

“Detesto calças de ganga e t-shirts estampadas”, disse Joan certa vez numa entrevista.

Uma afirmação chocante no mundo atual, onde as leggings são aceitáveis ​​para jantar e os fatos de treino desportivos são considerados roupas para todas as ocasiões.

Mas não para a nossa heroína! Mesmo aos 92 anos, aparece em festas de vestido de gala, com o cabelo e a maquilhagem impecáveis.

“Não me encaixo na vida de Los Angeles”, diz ela. “Toda a gente anda por aí de t-shirt e calças de ganga.”

Um milionário dentro e fora do ecrã

Interpretar uma mulher rica é uma coisa — sê-lo é outra bem diferente. A Joana fez as duas coisas. Além de representar, escreveu mais de uma dezena de livros — memórias, romances e guias de estilo. Os seus livros venderam mais de 50 milhões de exemplares e foram traduzidos para 30 línguas!

É também filantropa, tendo recebido a Ordem do Império Britânico pelo seu trabalho em apoio de hospícios infantis e na sensibilização para o cancro da mama. Ainda acha que está muito ocupado(a)?

Joana Collins vs. Tempo: Ronda 92

Em 2018, quando a maioria das suas colegas já estava reformada, Joan protagonizou American Horror Story. E sabe uma coisa? Ela estava fabulosa!

Videos from internet