Que magia! Do diagnóstico de nanismo a novos patamares: a sua incrível transformação após uma cirurgia que mudou a sua vida.

Quando esta menina nasceu, os médicos fizeram-lhe um diagnóstico sombrio: nanismo 😢 Aos 17 anos, tinha apenas 118 cm de altura, tinha dificuldades em mexer-se e não queria sair de casa 😢 Assim, a sua mãe decidiu consultar um especialista e a sua filha foi submetida a uma cirurgia de alongamento dos membros 😱

Hoje, a menina tem 150 cm de altura e parece saudável e feliz 😱😊

Quando Chandler nasceu na cidade de Little Rock, no Texas, as parteiras trocaram olhares preocupados. Mãos minúsculas, pernas curtas, cabeça desproporcionalmente grande…

Os testes genéticos confirmaram os piores receios: a menina tinha uma forma de nanismo, em que a altura na idade adulta raramente ultrapassa um metro.

Mas os pais de Chandler, bem como a sua irmã mais velha, amavam-na incondicionalmente. Rodeavam-na de carinho e cuidado, tentando não se concentrar na doença.

No entanto, quando começou a ir à escola, o mundo mostrou o seu lado cruel. As pessoas riam e troçavam dela. À noite, Chandler sentava-se no seu quarto, abraçava os joelhos e chorava até não ter mais forças.

Aos 16 anos, olhando-se ao espelho, sussurrou para si mesma:

“Eu também quero crescer. Quero usar um vestido bonito no baile de finalistas e sentir-me bonita.”

A sua mãe apoiou a sua decisão.

Começaram a procurar clínicas, médicos, a ler revistas médicas e a contactar especialistas no estrangeiro. Um milagre aconteceu: uma clínica aceitou realizar a cirurgia de alongamento dos membros, extremamente complexa.

No dia em que Chandler foi submetida a uma cirurgia, tremia de medo e esperança. Os médicos realizaram um trabalho preciso, alongando as suas pernas e braços num total de 32 centímetros (13 polegadas).

Pela frente, viriam meses de dores intensas, reabilitação e paciência. Ela aprendeu a andar novamente, a manter o equilíbrio e a movimentar-se. Mas cada passo a aproximava do seu sonho.

Quando Chandler saiu do hospital pela primeira vez, parecia um sonho. O mundo parecia de repente diferente: as prateleiras altas já não estavam fora de alcance, os olhares dos estranhos mudaram e o reflexo no espelho era de uma rapariga que ela mal reconhecia.

 

“Antes não conseguia andar nem um quarteirão, e agora treino no ginásio todos os dias. Sou ativa, danço e conduzo sem qualquer equipamento especial.”

Hoje, Chandler vive a vida com que um dia apenas sonhou: dança, viaja pelo país, inspira os outros e não tem medo de ser ela própria.

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