A “Viúva Negra” que assassinou maridos durante mais de 20 anos. Qual era o seu estranho método?

Cortejando meticulosamente homens ricos… e depois enviando-os para o túmulo 😱💔: No Irão, Kulsom Akbari, de 58 anos, enfrenta julgamento por 11 assassinatos e uma tentativa de homicídio.

Os investigadores acreditam que, ao longo de duas décadas, Akbari assassinou sistematicamente os seus maridos para herdar os seus bens — e poderá haver ainda mais vítimas. Eis como operava a “Viúva Negra”:

Uma Morte Suspeita:
Azizzola Babaei faleceu no outono de 2023. A sua família começou a suspeitar depois de ele se ter queixado do comportamento estranho da sua nova esposa. Outro caso surgiu quando um idoso quase morreu pouco depois de se ter casado com Akbari; recuperou, divorciou-se e Akbari casou logo com Babaei. Descobriu-se que muitos dos seus ex-maridos, na sua maioria homens mais velhos, morreram em circunstâncias misteriosas.

O Método Mortal
Inicialmente, Akbari terá morto o seu primeiro marido dando-lhe álcool e sufocando-o. Mais tarde, desenvolveu um método mais sinistro: fingia ser uma esposa dedicada e carinhosa enquanto administrava secretamente pequenas doses de medicamentos fortes na comida deles. Os maridos morriam ou eram hospitalizados por insuficiência cardíaca ou hipertensão. Se sobrevivessem, ela aumentava a dosagem, acabando por provocar as suas mortes. As autópsias eram raramente realizadas, e as mortes eram frequentemente atribuídas à idade ou a doenças crónicas. Akbari herdava então a sua fortuna, mudava de residência e começava a procurar a próxima vítima.

Presa e Confessada
Perante as crescentes provas, Akbari admitiu 11 assassinatos e uma tentativa de homicídio. Alegou insanidade temporária, mas a avaliação psiquiátrica concluiu que estava sã e plenamente consciente dos seus atos. As famílias das vítimas exigiram a pena máxima: a pena de morte. Cerca de 50 familiares das vítimas estiveram envolvidos no julgamento, muitos dos quais dependiam da herança dos falecidos.

Investigação em curso.
O julgamento está a chegar ao fim, com Akbari a enfrentar a pena de morte. As autoridades acreditam que pode haver muitas outras vítimas e que ainda podem ser identificados cúmplices.

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